quarta-feira, 30 de maio de 2007

Em Joinville, maior cidade de Santa Catarina, nunca acontece nada. Só o que mudam são os filmes em cartaz no cinema: mensalmente entram filmes novos. É o caso atualmente. Quem quiser assistir a um filminho no cinema encontra diversas opções. Homem-Aranha 3 dublado. Homem-Aranha 3 legendado. Piratas do Caribe 3 dublado. Piratas do Caribe 3 legendado. E como a sociedade de uma cidade tão rica culturamente se comporta?

Como diria nosso colaborador Gabriel Baggio: É uma província mesmo!


A emancipação das mulheres, de corpo e alma

São Paulo, 19 de fevereiro de 1922.
Gabriel Baggio

A emancipação das mulheres, de corpo e alma


A velha cultura brasileira foi sacudida. A Semana da Arte Moderna chegou ao fim, para o alívio dos conservadores. Mas o “estrago” está feito. A Semana, que ocupou os dias 13, 15 e 17 deste mês de fevereiro de 1922, está marcada para sempre na história. Quebrou paradigmas na sociedade brasileira, especialmente de São Paulo. Artistas demonstraram o que há em nosso meio em escultura, arquitetura, música e literatura sob o ponto de vista rigorosamente atual. Os jovens modernistas mostraram que havia um mundo muito maior a ser explorado.
A mulher, que na velha sociedade brasileira era encarada como boneca de luxo, agora com a revolução ganha mais força para sua emancipação. De uns tempos pra cá, a mulher brasileira se descobriu. Luta por seu espaço na sociedade, se valoriza, arrisca trajes mais sofisticados, cuida da aparência com maquiagem estrangeira, enfim, busca oportunidades igualitárias perante o homem. Mulheres de fibra e visão estão brotando por todos os cantos do mundo. A mulher nunca esteve tão em evidência.
Essa semana chega a São Paulo, Helena Rubinstein, uma mulher que vêm sendo reconhecida mundialmente por sua luta em prol dos direitos da mulher, tanto os civis, quanto os de natureza estética. Nesse período de transição de nossa sociedade, sua presença é fundamental para troca de experiências com as brasileiras.
Helena nasceu na Polônia, na cidade da Cracóvia em 1870. Aos vinte anos, mudou-se para a Austrália. No ano de 1902, fundou seu primeiro salão de beleza. Foi nesse período que Helena Rubinstein deu início a seu império. Foi a partir do creme chamado Crème Valaze, formulado a base de ervas e que fez sucesso com as mulheres daquele país. Dava um efeito restaurador e suavizador nas peles ressecadas e queimadas pelo sol. Mas esse foi apenas o início dessa mulher que se emancipou cedo, em uma sociedade mais livre e justa que a nossa. Ela criou uma inovadora classificação entre pele seca, normal e oleosa. Após o sucesso de seu creme facial, Helena resolveu estudar com dermatologistas europeus e abriu um salão em Mayfair, bairro elegante de Londres, na Inglaterra.
Em 1915, mudou-se para Nova Iorque, onde solidificou seu império. Trabalhadora incansável, Helena Rubisntein criou o conceito de beleza saudável, lançando hidratante suave, pó-de-arroz e bases coloridos e criou uma linha de cosméticos exclusivamente para homens.
Em recente entrevista para o diário The New York Times, de Nova Iorque, ela afirmou que cuidado com a pele e com o corpo não é uma questão fútil, mas sim um instrumento para a emancipação das mulheres. Para ela, toda mulher pode ser bonita. E dá a receita calculada: “Bastam 15 minutos por dia e US$ 5 ao ano em creme fácil.”
Sua chegada a São Paulo é esperada por muitas brasileiras que aguardam novidades e dicas de beleza. Hoje, mais do que nunca, as mulheres brasileiras querem novidades, aparatos modernos e sofisticados, claro, as que podem se dar ao luxo. Helena dará duas palestras, uma no dia 21, outra no dia 25 de fevereiro. Reservas diretamente no Hotel Paulistano, na rua São Bento 47.

Trabalho produzido para aula de redação jornalística 3
novembro de 2006

terça-feira, 29 de maio de 2007

UnB: gêmeo idêntico é barrado em sistema de cotas

Se eu já achava o sistema de cotas uma palhaçada, depois dessa eu me convenci...


Os gêmeos idênticos Alex e Alan Teixeira da Cunha, 18 anos, filhos de pai negro e de mãe branca, não tiveram a mesma sorte ao se inscrever no sistema de cotas do vestibular de inverno da Universidade de Brasília (UnB). Ao contrário do irmão, Alex não foi aceito pelos critérios da universidade e decidiu recorrer da decisão.

Na UnB, a seleção de alunos para o sistema de cotas analisa a cor do vestibulando. Os candidatos devem se dirigir a um posto de atendimento da universidade e tiram fotos no Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe/UnB), responsável pela aplicação da prova.
As fotos são anexadas à ficha de inscrição e passam pela avaliação de uma banca, que decide quem é ou não negro. Caso o vestibulando não seja aceito para concorrer no sistema de cotas, ele é transferido para a concorrência universal do vestibular.
A assessoria de imprensa da UnB informou que o recurso de Alex está sendo avaliado pela banca responsável pela análise das fotografias e que o resultado final será anunciado no dia 6 de junho. A prova do vestibular do meio do ano da UnB ocorre nos dias 16 e 17 de junho.
Esta é a terceira vez que os irmãos Alan e Alex se inscrevem para o vestibular da UnB, mas é a primeira vez que eles optam pelo sistema de cotas. Alan pretende estudar educação física e Alex, nutrição.





segunda-feira, 28 de maio de 2007

Neve?





Desde a semana passada o frio está fazendo parte da rotina dos catarinenses. Muita gente achava que a neve do dia 23 seria a única do inverno, mas tudo indica que a serra de Santa Catarina pode ficar bem branquinha ainda este final de semana. Nas últimas 24hs a temperatura baixou cerca de 15ºC. A massa de ar polar responsável pelas temperaturas baixas é tão forte que até o estado do Mato Grosso do Sul vai colocar casacos esta semana. A Secretaria Nacional de Defesa Civil já enviou um alerta para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo. A previsão é de muito frio, geada e mar bastante agitado. Hoje pela manhã os termômetros da cidade de São Joaquim marcavam cinco graus negativos, e as ruas, conseqüentemente, estavam vazias.

VISÃO DE UMA CIDADE


No Caderno “AN CIDADE” de 28/05/2007, foi publicada sob o título Visão, a seguinte notícia: “Uma cidade de “Primeiro Mundo”, encravada no Sul de um país terceiro-mundista onde não vi favelas. Pelo contrário, abundam edifícios e residências de milionários, os ônibus são modernos e equipados com clima artificial, como os táxis. Os pedestres têm preferência nos passos de zebra (faixas) e a todo momento todos sabem onde estão parados ao ver em cada cruzamento os nomes das ruas”. Foi assim que um jornalista do “Diário de Xalapa”, cidade mexicana de 420 mil habitantes, viu Joinville.

Beleza, caro jornalista. Sentimos quão longe você é capaz de ver uma cidade visitada pela primeira vez. Com certeza sentiu que, com pequeno esforço, nossos administradores municipais poderiam proporcionar aos pedestres que circulam pela cidade, além das faixas nos cruzamentos e das placas indicativas das ruas, a oportunidade de andar com desenvoltura pelas calçadas de bom nível e seguras.

Não estamos ironizando o que se passa em Joinville, ao mencionar a qualidade das calçadas. Estamos certos de que, esse grave problema haverá de ter, muito breve, uma solução, considerando o empenho da Secretaria de Bem Estar Social, ao promover o último ”Seminário Joinvilense de Acessibilidade”, com o Slogan “Somos todos responsáveis”. Os órgãos competentes com o respaldo de entidades não governamentais haverão de proporcionar, a todos nós, o prazer de caminhar por belas calçadas como se estivéssemos no centro de um parque. Quando aqui vier novamente o jornalista mexicano será ele testemunha do nosso progresso.

Aproveitamos este espaço para registrar manifestações de muitas pessoas que a adoção de elevados para a transposição dos pontos críticos é uma excelente saída para ordenar o trânsito em Joinville. O estudo desenvolvido pela IPPUJ com o respaldo da CONURB está nos mostrando alternativas para o transporte coletivo, com passagens pelo centro da cidade. A retirada do tráfego ferroviário para um traçado mais ao sul da cidade, contribuirá para a concretização dessas idéias. O deslocamento da linha férrea para desviar a passagem de trens cargueiros, não implicaria na retirada dos trilhos do traçado atual, que poderão servir para o tráfego de litorinas para o transporte de pessoas.

Gente, o que vamos fazer com o nosso Rio Cachoeira. Sonhamos com um rio despoluído, com água límpida e constante fluxo, capaz de suportar o tráfego de embarcação com fundo chato, para um bom número de pessoas, confortavelmente sentadas, escutando a execução de agradável fundo musical. As pontes que o transpõem receberão melhorias arquitetônicas, abauladas para permitir a passagem das embarcações, desde um local próximo à ARENA até próximo ao bairro Santo Antônio.

Ruy Cardozo
ruycardozo@brturbo.com.br

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Amianto: fibra que mata

Na sessão dessa terça-feira (22), foi mantido o veto do prefeito em relação ao amianto. O projeto de lei nº 313/05, de autoria da Vereadora Tânia Eberhardt, pretendia abolir a comercialização e fabricação de produtos a base de amianto em Joinville.O plenário da casa estava cheio. A grande maioria era composta por trabalhadores do sul do estado, trazidos pelos empresários de Criciúma (SC) que defendem o uso “responsável” do amianto. Funcionários de empresas de Curitiba (PR) também marcaram presença. Pessoas contrárias a utilização do amianto manifestaram-se com cartazes. Tânia defendeu seu projeto dizendo priorizar a vida, pois este é foco principal e não fatores econômicos (o lucro) que, segundo ela, não seria afetado, pois, para as pessoas poderem produzir é necessário ter saúde. “Quando falam em demissões e desempregos são especulações. As empresas podem se adequar e utilizar materiais que não contenham o “pó da morte”, pois a tecnologia está aí, muitas destas já estão prontas para as adaptações e implantação", salientou a vereadora. Por 10 votos a 8, o projeto que inicialmente havia sido aprovado por unanimidade no plenário, manteve o veto do prefeito Marco Tebaldi. O projeto foi barrado pelo Executivo por ser inconstitucional, pois existe uma lei federal que regulamenta a atividade. Como a maioria dos vereadores voltou atrás de sua decisão inicial e votou junto com o Executivo Municipal, o uso do amianto está liberado. O mineral é cancerígeno, proibido em 48 países e sua proibição é defendida por profissionais da saúde e ex-funcionários da indústria do amianto. No nosso País, já é proibido em três estados e alguns municípios. E como exemplo, temos a maior cidade do nosso País e a quinta do mundo que proíbe o uso do Amianto, que é a Grande São Paulo. "Estaria então errada a maior capital do nosso País proibir o uso de um mineral que é cancerígeno, priorizando a vida das pessoas e do meio ambiente"? "Estaria também errado o Prefeito da maior cidade, que por sinal é um Engenheiro Civíl, fiscalizar obras e embargá-las por estarem usando materiais com Amianto"? - indagou a vereadora.A Vereadora Tânia ainda acrescenta: "Minha luta ainda continua por este projeto porque como Secretária da Saúde que já fui neste município e por acreditar na competência de profissionais técnicos e principalmente neste caso, que se trata da Saúde do Trabalhador - da vida, de pessoas, jamais poderia deixar de continuar cuidando das pessoas e da cidade".

terça-feira, 22 de maio de 2007

A guerra entre Microsoft e Linux


A Microsoft insiste em afirmar que o Linux, e em geral tudo aquilo que se conhece como software livre ou de fonte aberta, representa violação sistemática de patentes detidas pela Microsoft.
Em função disso, a empresa está disposta a recorrer aos tribunais em defesa de sua propriedade intelectual. Brad Smith, diretor jurídico da Microsoft, declarou em entrevista à revista Fortune que os pesquisadores da Microsoft identificaram 235 infrações no Linux e em aplicações de fonte aberta como o OpenOffice.
Para que fosse possível levar adiante um processo judicial, a empresa teria de acrescentar a identificação nominal dos infratores, mas é provável que os maiores usuários do Linux sejam, ao mesmo tempo, grandes clientes da Microsoft. A idéia implícita é a de que estes prefeririam adquirir licença a baixo preço a ficar expostos a incertezas.
Ainda que o software não conte com reconhecimento explícito na lei norte-americana de patentes, terminou por ser enquadrado a ela por meio de precedentes judiciais. Mas as sentenças recentes da Corte Suprema norte-americana parecem se inclinar ao princípio de que a propriedade intelectual deve ser um estímulo à inovação, e não uma forma de criar situações monopolistas.
Enquanto o código do Linux é, por definição, aberto, o do Windows é secreto. Grandes empresas do setor, entre os quais Red Hat e IBM, firmaram uma aliança de apoio mútuo, caso qualquer dos integrantes seja processado.
Smith deixou claro que, no momento, não está considerando a via judicial. De acordo com as opiniões iniciais, seu propósito seria forçar outros distribuidores do Linux a aderirem ao acordo que sua empresa firmou com a Novell, em novembro, para facilitar a interoperabilidade de sistemas operacional. O acordo inclui renúncia expressa da Microsoft a processar os usuários de software de fonte aberta distribuído pela Novell, e pode servir de modelo para pôr fim a uma guerra fria que afeta grandes usuários, interessados em manter sistemas de computadores mistos.
O método também poderia permitir que a empresa recebesse royalties sobre os elementos de sua propriedade intelectual supostamente incorporados ao Linux. A Free Software Foundation, que administra os direitos do software de fonte aberta, imediatamente começou a estudar uma mudança em suas regras para que a idéia da Microsoft não seja adotada: quem desafiar a ortodoxia será tachado de cúmplice do inimigo.

terça-feira, 15 de maio de 2007

Nova arma contra a PIRATARIA

São Paulo, 10 de maio de 2006 – Depois do cachorro que fareja drogas e do cachorro que fareja bombas vem aí o cachorro que fareja CDs e DVDs pirateados. Dois labradores tiveram treinamento bancado pela MPAA (Motion Picture Association of América) e pela FACT (Federation Against Copyright Theft) para identificar grandes carregamentos de CDs e DVDs falsos.Lucky e Flo, os dois cães adestrados para a tarefa, já começaram a trabalhar no galpão da FedEx, no Aeroporto de Stansted, Inglaterra. De acordo com os responsáveis pela iniciativa, por enquanto, os cachorros identificam qualquer DVD ou CD – seja ele pirata ou não. Mas com o tempo – e treinamento intensivo – eles terão capacidade para discernir entre pequenas e grandes quantidades de mídias e assim apontar quais as cargas potencialmente ilegais."Estamos empolgados com a novidade. É uma nova forma de enfrentar a pirataria, mas a gente a vê com bons olhos e esperamos que outros aeroportos pelo mundo adotem a iniciativa", comentou Kori Bernards, porta-voz da MPAA à ABC News.
http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=4799


Imagina que coisa doida. Essa é boa, cães que farejam os componentes químicos utilizados em CDs e DVDs. Quanto será que custa um cachorro desse? Quem não anda contente com essa história são os contrabandistas ao redor do globo. O mercado de produtos ilegais movimenta milhões de dólares todo mês. O descontentamento é tanto, que estão oferecendo recompensa pra quem matar os pobres animais.
Se colocam esse labradores aqui em casa, eles vão ficar doidos. São tantos CDs e DVDs que deixariam os animais tontos. A verdade é que com a chegada da internet de grande velocidade e a facilidade de se gravar CDs e DVDs, fica muito difícil você comprar original. É mais cômodo você “baixar” o que você quer e pronto. Espero que nenhuma empresa queira me processar por roubo de propriedade intelectual ou me acusar de pirata.

terça-feira, 8 de maio de 2007

Newseum: o museu da notícia

Lembretes sobre os riscos do trabalho jornalístico estarão em exposição no novo Newseum, na avenida Pennsylvania, em Washington, que deve ser inaugurado em 15 de outubro.

A construção demorou mais de seis anos, a um custo de US$ 435 milhões, o que talvez faça dele um dos mais caros museus em construção no mundo, no momento.

O exterior transparente do edifício tem a intenção de transmitir a idéia de uma imprensa e sociedade livres. Um imenso retângulo emoldura a fachada, sugerindo uma televisão ou tela de computador que oferece aquilo que o museu define como "uma janela para o mundo". Os visitantes entram pelo Grande Salão da Notícia, no qual podem ver boletins com as notícias mais recentes em um gigantesco "zíper", antes de darem início a um percurso de 2,5 km. O edifício, que tem sete andares, contém também 135 apartamentos de luxo, lojas com a marca Newseum e um restaurante de três andares.


O objetivo do Newseum é apresentar "o primeiro rascunho da História", enfatizando ao visitante a importância da proteção constitucional à liberdade de expressão jornalística.

Um dos maiores desafios do museu será atrair visitantes em um momento no qual a maioria das pesquisas demonstra que o respeito dos cidadãos pela mídia noticiosa está em baixa.



Entre o material exposto estão a caminhonete blindada que os repórteres da revista Time usavam nos Bálcãs, ostentando marcas de tiros; o laptop usado por Daniel Pearl, o repórter do Washington Post assassinado no Paquistão em 2002; o colete que Bob Woodruff, correspondente da rede de TV ABC, estava vestindo no ano passado ao ser ferido por uma bomba no Iraque; um lápis usado por Mark Kellogg, repórter morto enquanto acompanhava o general Custer, em 1876; e a mais recente aquisição, o celular usado por um aluno da Universidade Tecnológica da Virgínia, no mês passado, para gravar um vídeo sobre o massacre no campus. Agora, o Newseum está tentando obter o vídeo.

Clique aqui para ver a matéria completa.
Veja como foi a construção do Newseum.
Portal Terra
Tradução: Paulo Migliacci - The New York Times

sábado, 5 de maio de 2007

Uso de laptops nas escolas pode ser prejudicial


Uma matéria do jornal americano The New York Times mostrou que os estudantes da Liverpool High, uma escola de segundo grau, usaram os laptops fornecidos a eles pela escola para divulgar gabaritos de provas, fazer downloads de pornografia e invadir computadores de empresas locais. Quando os dirigentes escolares adotaram medidas de segurança mais fortes para a rede do colégio, um aluno da 10ª série não só encontrou maneira de superar essas barreiras mas também postou instruções na web explicando aos colegas como fazer a mesma coisa.
Exemplos como esse nas escolas dos EUA fizeram com que escolas de todo o país viessem a cancelar o novo método de ensino, por terem sido considerados inúteis ou, pior, nocivos.
O objetivo de muitas dessas escolas era remover a chamada disparidade digital entre os alunos que tinham e os que não tinham computadores em casa.
No entanto, funcionários das escolas afirmam que os estudantes cometeram abusos usando seus laptops, e que as máquinas não se enquadram nos planos de aula e demonstram pouco, se algum, efeito mensurável sobre as notas e resultados de exames. Há distritos que abandonaram seus programas de distribuição de laptops devido a resistência de parte dos professores, problemas técnicos e logísticos e custos cada vez mais elevados de manutenção.
Mais de uma década atrás, as escolas começaram a investir pesadamente em laptops, por insistência dos conselhos escolares e de grupos de pais que os viam como essenciais às salas de aula do século 21.
Na cidade de Nova York, cerca de seis mil alunos de quinta a oitava série receberam laptops em 2005 como parte de um programa trienal de US$ 45 milhões, financiado com verbas municipais, estaduais e federais.
Para ver a matéria completa, traduzida por Paulo Migliacci no portal Terra, clique aqui.
No começo do mês, o Brasil negociou a sua primeira compra de laptops educacionais. Cerca de 150 mil unidades devem chegar ao país no início do ano letivo de 2008, depois de licitação que pode envolver até 30 milhões de dólares. Essa negociação faz parte de um projeto batizado no Brasil de "Um Computador por Criança" (UCA).